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OMISSÃO DAS AUTORIDADES E FATORES AMBIENTAIS COMO CAUSAS DE ACIDENTES DE TRÁFEGO

    BRASIL – País cujas autoridades menosprezam o cuidado com as estradas               

    No noticiário diário levado aos lares da população brasileira, não é novidade alguém não se alarmar com mais uma notícia sobre acidente automobilístico envolvendo mortos e feridos graves.

    Por quê?” É o que todos se perguntam e, ninguém se atreve a dar a verdadeira resposta. E, diante da sucessão diária de tragédias, uma estupefata população recebe das autoridades responsáveis pelo trânsito seguro como resposta mais repressão como punição, deixando de serem atacadas as verdadeiras causas e aplicadas as verdadeiras soluções. Consolida-se o continuísmo perene: “Finges que eu te educo para o trânsito seguro e tu passas a respeitar as leis de trânsito”.

                 

    Na verdade, o que se observa é uma ação eficiente por parte das autoridades que passam a multar e prender os que cometem crime de trânsito e os que transgridem as leis do trânsito, porém, nulo de eficácia – verdadeira enganação. Como resultado, o que se vê é autoridades de trânsito fingindo que estão contribuindo para um trânsito veicular mais seguro e os condutores de veículo fingem que estão colaborando, mas ninguém na verdade é educado. Mais uma vez vem a pergunta: “Por quê?”. Porquê é, a resposta exige uma solução de alta complexidade que vai além da pura e simples repressão e as autoridades não têm conhecimento e competência para instituir a educação.

    O BATER NA MESMA TECLA

    Além do comumente abordado tema alcoólico quando o assunto é acidente de tráfego, no qual o principal e nefasto ator é o condutor veicular, é oportuno realçar a importância dos fatores externos que se referem a tudo que se encontra no ambiente. Têm igualmente participação no acontecimento de desgraças notadamente marcante, pondo em risco o trânsito veicular e de pedestre em cidades, e, principalmente, de veículos em auto-estradas.

    Diversos fatores podem ser apontados como causas determinantes para a ocorrência de acidentes de trânsito podendo ser colocados em três grupos, tais como: 1 – Indivíduo; 2 – Veículos de duas ou mais rodas, motorizados ou não; 3 – Ambiente de tráfego.

    Como de principal responsabilidade vamos nos ater aos relativos ao ambiente de tráfego, por serem mais afeitos as displicências das autoridades governamentais.

     FATORES AMBIENTAIS E ACIDENTES DE TRÁFEGO 

    1 – Péssimo estado de conservação das estradas

          Crateras nas vias de circulação de veículos  

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    A desgraça a espreita de motoristas desavisados 

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    Reze para não encontrar uma cratera como esta à noite

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    Senão o resultado será este, se escapar com vida

     

     

    Só escapa por sorte quem encontra buraquinhos e não os engolidores de veículos, vão de pequenos buracos à absurdas crateras. 

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    Se encontrar um destes à noite está frito. A culpa é de quem? 

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      Água da chuva esconde o perigo. E…, cadê a estrada

    2 – Falta sinalização, como resultado de furto ou  por insuficiencia 

    É comum ocorrer desastres em cruzamento de estradas de alto movimento e em zona urbana decorrente da falta, insuficiência ou furto de sinalização em locais de grande risco de acidentes.

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    Estrada com insuficiencia de sinalização

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     O perigo da falta de sinalização neste cruzamento

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    Outro exemplo de ausência de sinalização

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    Resultado da colisão de trem com veículo por falta de sinalização

    3 – Sinalizações encobertas por outras placas, galhos de árvores, matos ou pichações

                                 

    Informação encoberta pelos galhos e folhas das árvores

     
       
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    Vegetação encobre as placas de trânsito

     

     

    A placa praticamente sumiu, encoberta pela árvore

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    Informação de trânsito praticamente inútil

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    Placa pichada oferecendo desinformação e perigo

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    Vandalismo como causa de desinformação

     

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    Pichação oferecendo desinformação e perigo

     

    4 – Poluição visual ambiental (placas, letreiros, outdoors)

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    Falta de regras em relação a publicidade em placas

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    Excesso de poluição visual distrai o condutor veicular

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    Poluição visual em área urbana

     

    5 – Visão da via de tráfego prejudicada por reflexo do sol em edifícios revestidos por superfície espelhada

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    O reflexo do sol na superfície espelhada vai dificultar a visão da circulação de veículos

     

    6 – Queda de raios, Chuvas de granizo, chuvas e ventos fortes

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    Raio atinge carro na estrada em centro urbano

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    Raio atinge o avião em pleno ar

    Chuva de granizo atinge Caxias do Sul, no RS

    Acúmulo de granizo que dificulta o trânsito de veículos

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    Alagamento resultante de chuva intensa

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    Galho de árvore derrubado por vendaval

     

    7 – Animais na estrada – cavalo, bovinos que escapam de currais ou conduzidos em conjunto e, outros animais de maior ou menor porte

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    Perigo, cavalo solto na auto-estrada

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    Atropelamento de bovino com resultado trágico

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    Boiada atravessando a estrada interrompendo o trânsito

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     A tragédia está sempre à espera de suas vítimas

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    O perigo à espreita em viagem noturna

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    Animais mortos por atropelamento

     

    8 – Faixa de pedestre mal conservada, quebra-molas mal feitos, obras nas ruas, estradas mal sinalizadas, bueiros sem tampa, quebrada ou mal-colocadas 

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    Faixa de pedestre em mal estado de conservação

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    Quebra-molas sendo feito sem cuidado técnico por pessoas não capacitadas

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    Será que este quebra-molas está dentro das especificações técnicas?

     

    Cadeira não é tampa de bueiro

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    Bandeira vermelha simbolizando a desgraça

     

    9 – Partes (pneus, para lamas, para choques e etc.) de veículos, abandonados na estrada

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    Pneus abandonados podem ser colocados na estrada

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    Pneus abandonados sendo recolhidos

     

    CONCLUSÃO

    PARA QUE SERVE O IPVA?

    IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – é um imposto caríssimo decorrente da propriedade de veículos automotores estabelecido na Constituição Federal. A sua regulamentação é determinada pelo estado quanto as suas alíquotas. De acordo com a Constituição 50% do total arrecadado vai para o município no qual o veículo está registrado. Portanto, grande parte do IPVA é utilizado na manutenção das cidades, onde estão incluídas as estradas. De forma mais simples, todos os impostos arrecadados vão para uma conta única que é somado como receita do governo e depois é dividido entre União, Estados e Municípios. Como exemplo, Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e IPVA perdem a sua distinção e assim como receita o governo utiliza esses recursos de acordo com o estabelecido no orçamento anual, no plano plurianual e nas diretrizes orçamentárias. Dessa conta única, resultante de arrecadação geral, o dinheiro mantém o governo, as escolas públicas, as rodovias, os hospitais e etc., etc. e etc. e tal…

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    Sistema Raiz da Vida (SRV) Além da Inteligência Nutricional

    Elizabethe Milwaard – Professora de Consciência Nutricional e Mentóloga, Criadora do Sistema Raiz da VidaDr. Edvaldo Tavares – Médico, CRM/DF – 7265 e CRM/SE – 4897;  Jornalista, DRT  2175; Diretor Executivo e Diretor Técnico do Sistema Raiz da Vida

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