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Amazônia II – LULA ESCANCAROU A PORTA PARA A DIVISÃO DO BRASIL

    Diante de futuro incerto, resultante da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a Terra Indígena Raposa/Serra do Sol (TIRSS) – permanência da demarcação contínua de imensa área a nordeste do Estado brasileiro de Roraima para número reduzido de silvícolas de etnias duvidosas –, ponto que chegou o comportamento do governo populista do presidente Lula para agradar os interesses dos governantes de países desenvolvidos.

    Por mais que tenha sido exortado que a cobiça internacional sobre a Amazônia não seja uma paranóia dos militares brasileiros, os únicos que a conhecem por vivência permanente e estudos em suas escolas militares de diversos níveis, a corte máxima da justiça brasileira (STF) resolveu ignorá-los.  

    Razões para divisão do Brasil em países menores

    Em um mundo super povoado cujo entendimento por vasto território nacional e delimitação de fronteiras continuamente sofrem modificações de acordo com os interesses em jogo, a gigantesca Amazônia brasileira – maior do que a Europa – tendo áreas fronteiriças ricas, com escassa população, não exploradas economicamente, não está isenta da influência dos objetivos escusos de ONGs nacionais e internacionais a serviço de governos egoístas de países poderoso apenas comprometidos com os próprios interesses, não com o bem-estar da humanidade e a preservação do planeta.

    Tsunamis, terremotos, aberrações climáticas das mais diferentes espécies espalhadas por regiões dos cinco continentes, submersão e consequente desaparecimento de diversos países ao aumento dos níveis dos mares e oceanos, escassez de água e alimentos no mundo, gradativo esgotamento dos recursos energéticos que estavam ao alcance da exploração dos países ricos e poderosos (principais responsáveis pela poluição ambiental), acontecimentos catastróficos de origem natural ou com a nefasta participação despropositada ou, quem sabe, intencional, das avançadas tecnologias humanas, deixam-nos, os mais informados, de orelha em pé quanto aos propósitos das campanhas humanísticas e de preservação das áreas florestadas e demais recursos amazônicos.


    Guerra irregular ou assimétrica, de 4ª Geração (desfere ataques transversos, de difícil percepção e que acontecem na cara, “fucinheta”, do povo brasileiro, contra o Brasil) – corrupção das mais altas autoridades governamentais (Poderes da República); criação de reservas indígenas monstruosas nas fronteiras, áreas de segurança nacional; ONGs nacionais e estrangeiras (milhares localizadas na Amazônia) financiadas por capital brasileiro e principalmente internacionais; desprezo brasileiro ao nióbio; campanha de desarmamento do povo honesto e pacífico; tentativa de venda do Morro dos Seis Lagos, São Gabriel da Cachoeira, na Cabeça do Cachorro, maior reserva de nióbio do mundo, por R$ 600.000,00; sobretaxação do álcool brasileiro nos USA; bloqueios a produtos brasileiros na União Européia (UE); calúnias internacionais sobre o biodiesel brasileiro; reportagens em jornais europeus sobre o avanço de culturas agropecuárias sobre a Amazônia; interferência da OEA (Organização dos Estados Americanos) sobre a construção da barragem de Belo Monte, rio Xingu; programas que denigrem a moral brasileira nos veículos de comunicação (BBB e etc.); voto favorável do delegado brasileiro aprovando na ONU a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas (13 de setembro de 2007), que pode levar ao despejo de 190.000.000 de habitantes – povo brasileiro – do Brasil (governo Lula); tentativa, ainda não extinta, de americanizar o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), Maranhão, com proibição total da presença de brasileiros no local; explosão, ainda não esclarecida, do VLS-3 (Veículo Lançador de Satélites-3) matando 21 pessoas em 22/08/2003; melhor universidade brasileira, Universidade de São Paulo (USP), no 246º lugar entre as Melhores Universidades do Mundo (USA tem 20 entre as 100 melhores e a de Harvard é a nº 1); falência do Sistema Educacional Brasileiro (diminuição da pobreza do país a custa do bolsa-família e demais bolsas, não da educação e da igualdade de oportunidades); Rede de Assistência Médica-Hospitalar falida no Brasil inteiro; extinção total da Segurança Pública no país e etc.   

    Isto poderá acontecer ao Brasil na tomada da Amazônia Brasileira


    Obama mandou atacar a Líbia, de dentro do Palácio do Planalto, durante a sua recente visita ao subserviente país aliado, Brasil.

    Barack Obama (visita ao Brasil, de 19 a 21 de março de 2011) e a sua segurança, juntamente com o Serviço Secreto dos USA, pintaram e bordaram no Brasil e o povo tupiniquim ficou feliz. No megaesquema de “segurança combinada” entre USA e os nossos, nacionais, os papéis de desempenho menores couberam aos de cá, e o povo ficou feliz com as papagaiadas do Obama. Próximo ao Barack, segurança somente de “Rambos” americanos, quanto às feras nacionais, “Capitães Nascimentos”, coube a segurança menor, distantes, por não serem confiáveis quanto à eficiência. O tom de “felicidade” coube aos ministros brasileiros. Em pleno “miolo” do Brasil (Planalto Central), no encontro da Cúpula Empresarial Brasil – Estados Unidos, os valentes e patriotas ministros da nossa terrinha brasileirinha se submeteram mansamente – igualmente a um bando de panacas –, após “fala fina de um protesto de araque”, a forte revista pela segurança da comitiva de Obama (Estamos lascados e mal pagos com essa gente!). Havia sido firmado um acordo com a Casa Branca que os ministros brasileiros (em pleno Planalto Central) não seriam revistados, porém…, o acordo foi ignorado pelos seguranças que estavam no local. Depois de terem sido revistados os nossos “valentes” ministros após chegarem ao auditório e perceberem que o presidente da seção americana do Conselho Empresarial Brasil – USA, John Faraci falava em inglês, não tendo recebidos aparelhos tradução simultânea, os nossos “heróis machões não pensaram duas vezes” se levantaram e foram embora. São eles: GUIDO MANTEGA (Fazenda), ALOIZIO MERCADANTE (Ciências e Tecnologia), EDISON LOBÃO (Minas e energia e FERNANDO PIMENTEL (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).  

    Invasão do Paquistão, sem conhecimento e consentimento do governo paquistanês, para matar Bin Laden.


    Facilitações brasileiras que incentivam a cobiça estrangeira 

    A – Desinteresse (ausência das instituições governamentais estaduais e do governo federal) e desconhecimento (ignorância do povo quanto à vastidão territorial e profusão de riquezas que jazem na Amazônia brasileira). Estas bênçãos que foram concedidas para o povo brasileiro abrangem desde imensas riquezas em minerais preciosos, energéticos e estratégicos em solo e subsolo, além da flora, fauna e recursos hídricos, distribuídos em extensas áreas vazias de populações, desprezadas, no arco norte fronteiriço da Amazônia.

    B – Criação de gigantescas reservas indígenas, maiores do que diversos países europeus e asiáticos, para grupos pequenos de silvícolas de etnias diversas misturadas, constituído em expressivo número de famílias miscigenadas que há muito tempo perderam os costumes de seus antepassados.

    C – Expulsão e desapropriação de famílias não indígenas que contribuíam com tecnologias agrícolas para a produção, emprego, arrecadação para o desenvolvimento e autonomia do estado, principalmente o de Roraima. 

    D – Sucateamento das Forças Armadas e desestímulo ao exercício da carreira militar acarretam precariedade, falta de manutenção, desatualização dos equipamentos de guerra e carência de pessoal para ocupação das Unidades do CMA (Comando Militar da Amazônia), tendo como resultado falta de pessoal para os PEF (Pelotão Especial de Fronteira); dificuldade para vigilância dos rios amazônicos pelos NaPaFlu (Navios Patrulhas Fluviais), presença naval militar da FlotAm (Flotilha do Amazonas) da Marinha de Guerra do Brasil; e, defesa aérea vulnerável às avionetas do tráfico de drogas e invasões por aeronaves bélicas de outros países, ficando a FAB (Força Aérea Brasileira) impedida de exercer com eficiência a missão de vigilância do espaço aéreo e cumprimento, quando necessário, a “Lei do Abate”.

    O Brasil poderia ter um futuro melhor

    Como pode ser deduzido, nenhum país, principalmente da importância e dimensão do Brasil (4º maior do mundo levando em consideração a continuidade das suas fronteiras), que não tenha: a) influência diplomática forte, respeitada nos meios internacionais; b) tecnologia e parque industrial bélico (terrestre, aéreo e naval); c) cientistas e técnicos altamente preparados à produção de armamentos modernos de alto poder destrutivo; d) equipamentos de guerra de última geração; d) Força Terrestre (Exército Brasileiro) de alto preparo operacional, com capacidade Expedicionária para atuação em quaisquer terrenos seja qual for o lugar, capacitadas ao pronto-emprego; e) Força Aérea Brasileira (FAB) dotada dos mais avançados equipamentos aéreos de combate e preparada para atuação em qualquer espaço aéreo do mundo; f) Marinha de Guerra do Brasil que disponha de modernas belonaves e submarinos atômicos destinados a defesa da Amazônia Azul e suas riquezas; não poderá ficar sossegado acreditando que nunca sofrerá ameaça dos poderosos e que estará sempre livre, sem ser invadido, por ser pacífico e não ter inimigos.

    Somente assim, preparado para o que der e vier, o povo brasileiro pode afirmar para todo o mundo que o Brasil é um país pacífico e que não quer guerra com ninguém e, ainda mais, toda vez que for necessário, pode contar com ele para composição de Força de Paz da ONU para ajudar na pacificação.

     

    Lição do Tribuno da Roma Antiga

    Cícero, tribuno romano, em seu discurso, 42 a. C., alertava: “Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos. Mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”. Este discurso proferido há quase meio século antes de Cristo nascer pelo filósofo, orador, escritor, advogado e político romano, Marcus Tullius Cícero, diz tudo o que está ocorrendo no Brasil.

     

    Autor:

    Edvaldo Tavares – Médico, Diretor Executivo do Sistema Raiz da Vida www.raizdavida.com.br. Membro da Associação Médica de Brasília, DF (AMBr) e da Associação Médica Brasileira de Medicina de Tráfego, São Paulo (ABRAMET). Projeto Rondon I (1969) – acadêmico de medicina em Iauaretê/AM (Cabeça do cachorro). Projeto Rondon II (1970) – acadêmico de medicina em Parintins/AM. Projeto Rondon III (1971) – Chefe de Equipe em Dourados/MS. Foi membro da equipe precursora da instalação do Campus Avançado da UEG (Universidade do Estado da Guanabara em 1970) em Parintins/AM. Foi 1º Ten e Cap Médico do glorioso Exército Brasileiro na Colônia Militar do Oiapoque, Clevelândia do Norte/AP e Maj Médico Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga, Tabatinga/AM.


    2 thoughts on “Amazônia II – LULA ESCANCAROU A PORTA PARA A DIVISÃO DO BRASIL”

    1. Cap refo Ivan Américo Gonçalves - I A G says:

      Quero parabenizá-lo sobre o belíssimo texto sobre a "AMAZONIA II"; de fato conduz com a nossa realidade que vivemos atualmente; inúmeras ameaças sobre a nossa soberania estão a todo momento acontecendo na região amazônica que não é só do Brasil, mas também fazem parte o Peru, e a Colombia. Devemos ficar atentos e divulgar sempre qualquer tipo de ameaça a nossa soberania. Ficamos ao dipor.

    2. stelio dias says:

      Tomei conhecimento hoje do seu trabalho e do seu (agora penso nosso e de todos os brasileiros) site. Parabens. Vamos divulgar seu belo trabalho e sua luta.

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